sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Textos- Fábulas


O Reformador da Natureza

Américo Pisca-Pisca tinha o hábito de botar defeito em todas as coisas.
— Tolices, Américo?
— Pois então?!... Aqui neste pomar, você tem a prova disso. Lá está aquela jabuticabeira enorme sustentando frutas pequeninas e mais adiante vejo uma colossal abóbora presa ao caule duma planta rasteira. Não era lógico que fosse justamente o contrário? Se as coisas tivessem que ser reorganizadas por mim, eu trocaria as bolas – punha as jabuticabas na aboboreira e as abóboras na jabuticabeira. Não acha que tenho razão?
E assim discorrendo, Américo provou que tudo estava errado e só ele era capaz de dispor com inteligência o mundo.
— Mas o melhor – concluiu – não é pensar nisso, é tirar uma soneca à sombra destas árvores, não acha?
E Américo Pisca-Pisca, pisca-piscando que não acabava mais, estirou-se de papo para cima à sombra da jabuticabeira.
Dormiu. Dormiu e sonhou. Sonhou com o mundo novo, inteirinho, reformado pelas suas mãos. Uma beleza!
De repente, porém, no melhor do sonho, plaf! uma jabuticaba cai do galho bem em cima do seu nariz.
Américo despertou de um pulo. Piscou, piscou. Meditou sobre o caso e afinal reconheceu que o mundo não era tão mal feito como ele dizia.
E lá se foi para casa, refletindo:
 — Que espiga!... Pois não é que se o mundo tivesse sido reformado por mim a primeira vítima teria sido eu mesmo? Eu, Américo Pisca-Pisca, morto pela abóbora por mim posta em lugar da jabuticaba? Hum!... Deixemo-nos de reformas. Fique tudo como está que está tudo muito bem.
E Pisca-Pisca lá continuou a piscar pela vida a fora, mas desde então perdeu a cisma de corrigir a Natureza.
[...]
LOBATO, Monteiro. A reforma da natureza. São Paulo: Brasiliense, 2002


01- No trecho “— Mas o melhor – concluiu – não é pensar nisso, é tirar uma soneca à sombra destas árvores, não acha?”, a palavra sublinhada se refere
(A) ao hábito de Américo de pôr defeito nas coisas.  (B) à queda da jabuticaba no nariz do Américo.
(C) às mudanças sugeridas por Américo.                    (D) ao sonho que Américo teve.

02 - Podemos identificar um exemplo do conflito gerador da narrativa no trecho
(A) “... eu trocaria as bolas – punha as jabuticabas na aboboreira e as abóboras na jabuticabeira.”
(B) "– Mas o melhor – concluiu – não é pensar nisso, é tirar uma soneca à sombra destas árvores, não acha?”
(C) “Dormiu. Dormiu e sonhou. Sonhou com o mundo novo, inteirinho, reformado pelas suas mãos. Uma beleza!”
(D) “Meditou sobre o caso e afinal reconheceu que o mundo não era tão mal feito como ele dizia”.

O LEÃO E O RATINHO
Esopo
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
Uma boa ação ganha outra.
Fonte: Ler e escrever: Livro de textos do aluno/Secretaria da Educação, FDE. São Paulo: FDE, 2008

03 - O leão conseguiu se soltar da rede dos caçadores porque
(A) prendeu o ratinho com a pata.    (B) desistiu de esmagar o ratinho.
(C) deixou o ratinho ir embora.        (D) o ratinho roeu as cordas.

04 - A fábula O leão e o ratinho quer
(A) ensinar o leitor, com diferentes situações.    (B) descrever as relações dos animais na floresta.
(C) revelar grandes segredos ao leitor.               (D) contar sobre a fuga do leão.

05 - A expressão que apresenta uma qualidade, revelando a opinião do narrador na fábula O leão e o ratinho é
(A) “fazia a floresta inteira tremer”.        (B) “todos conseguiram fugir”.
(C) “cansado de tanto caçar”.                   (D)”dormia espichado”.

Para responder abaixo, leia a tirinha.


Fonte: ZIRALDO, A. As melhores tiradas do Menino Maluquinho / Ziraldo: ilustrações do autor, Mig e equipe. São Paulo: ed. Melhoramentos, 2005, p.25.

06 - O Menino Maluquinho disse “OBA!”, no primeiro quadrinho. A forma como foi registrada sua fala significa que ele está:  (A) sussurrando.   (B) chorando.   (C) cantando.   (D) gritando.

07 - Os elementos que caracterizam o humor na tirinha são
(A) as exclamações do Maluquinho “OBA! e “IUPI!...”       (B) a expressão e os gestos de alegria da mãe.
(C) a fala da mãe e a onomatopeia “CRAC!” e “IUPI!”       (D) a fala e a expressão facial do médico.

08 - Da leitura da tirinha do Maluquinho, pode-se entender que
(A) é a primeira vez que Maluquinho foi engessado.   
(B) a mãe não se preocupa com o comportamento do menino.
(C) o menino é agitado e costuma quebrar coisas.      
(D) o médico não tratou direito do Maluquinho.

Quem vai salvar a vida
(...) No dia seguinte era sábado, e meu pai pegou o Trovão, nosso cachorro, e já ia saindo com ele pra passear.
Eu então perguntei:
– Ô, pai, que tal levar um saquinho para pegar a sujeira do Trovão?
– Pegar a sujeira? – ele perguntou.
– Então, pai, não se pode deixar sujeira no meio da rua...
– Ora, ora – meu pai respondeu –, a rua é pra isso mesmo!
– Pai, que absurdo! A rua é de todos! É como se você levasse seu cachorro pra sujar a casa dos outros. Você não vê que a gente pisa nessa sujeira e traz pra casa? Não vê que tem crianças pequenas que andam na rua e sujam os pés?
Meu pai me olhou torto, torto.
E foi embora.
Mas, quando ele voltou, eu vi que ele tinha um saquinho, que ele atirou no lixo (...).
Ruth Rocha. Quem vai salvar a vida? São Paulo, FTD, 2009

09 - A parte do texto que nos indica que o narrador é um filho ou filha é
(A) “A rua é de todos!”                                                         (B) “Ora, ora(...), a rua é para isso mesmo!”
(C) “(...) não se pode deixar a sujeira no meio da rua...”        (D) “Meu pai me olhou torto, torto.”

10 - Lendo o trecho “Mas, quando ele voltou, eu vi que ele tinha um saquinho, que ele atirou no lixo (...)”, pode-se concluir que o pai:    
(A) resolveu comprar sacos de lixo.         (B) desistiu de passear com o cão.
(C) recolheu a sujeira de seu cachorro.   (D) pisou no lixo encontrado na rua.

fábula- a coruja e a águia 6º ano

A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.
— 

Basta de guerra — disse a coruja.
— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

— Perfeitamente — respondeu a águia.
— Também eu não quero outra coisa.

— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
— Está feito! — concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
— 

Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

— 
Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…

Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece. 
                                      
                   Em: FábulasMonteiro Lobato, São Paulo, Brasiliense, s/d, 20ª edição. 


CONSTRUINDO O SENTIDO DO TEXTO



01. Quem são os personagens principais? 
02. A fábula tem algumas características especiais. Quais são elas? 
03. Como a coruja descreveu seus filhotes? 
04. Por que a águia não reconheceu os filhotes da coruja?

05. Segundo a moral, há uma diferença no modo de as pessoas perceberem as outras. Explique.
07. Transcreva uma fala de cada personagem do texto:





08 - Leia novamente o texto A coruja e a águia e assinale as alternativas corretas

1) Um dia quando a águia estava caçando encontrou um ninho com:
a) dois filhotinhos lindos                           c) dois filhotinhos horríveis
b) três filhotinhos lindos                           d)três filhotinhos horríveis
2)  A coruja disse para a águia que seus filhotes eram:
a) lindos e tristes                                              c) lindos e alegres
b) alegres e feios                                               d) feios  e tristes
3) A águia quando encontrou os filhotes da coruja não os reconheceu porque:
(a) achou-os muito bonitos                        
(c) eles estavam dormindo
(b) eles eram horríveis para a águia   (d) eles estavam piando muito alto
4) A moral “ Quem ama o feio, bonito lhe parece”, nos ensina que:
a) Não devemos amar as pessoas feias
b) Quando gostamos de alguém, mesmo que ela seja feia nos parecerá ser bonita.
c) O amor torna as pessoas mais feias
d) A beleza não é tudo.
5) A razão para a coruja considerar seus filhotes muito bonitos é porque:
(a) era cega              
(b) era muito convencida
(c) não enxergava muito bem
(d) era a mãe deles
6) Essa história trata especialmente de:
a) incompreensão   (b) mentira         ( c) esperteza          (d) ingratidão
7) Esse texto é:
(a) uma poesia  (b) Texto informativo   (c) um conto de fadas  (d) uma fábula

texto e interpretação - 6º ano


LEITURA E INTERPRETAÇÃO 6º ANO


Coração conta diferente

         —  Ai...
         —  O que é que você tem, Tiago?
         Quem falou ai fui eu. Quem me perguntou o que é que eu tinha foi o Renato, que fica sen­tado do meu lado e pode vigiar tudo o que faço. Ele deve ter pensado que alguma coisa estava doendo. Mas esse ai não era de dor.
         Então, suspirei de novo, mas agora sem falar nada. Esse suspiro saiu como um sopro, que balançou as folhas do meu caderno. E pra dentro, baixinho, pra ninguém escutar, eu gemi: Ai, Adriana...
          É que ela levantou para ir ao quadro. Logo hoje que ela soltou o cabelo comprido daquele rabo-de-cavalo que ela costuma usar. O cabelo dela é tão lindo... Parece de seda e tem um brilho que eu ia dizer que parece o Sol. Mas a Adriana tem cabelos pretos e Sol moreno fica meio esquisito.
7x5 =45...
         — Tá errado, tia! Tá errado! — gritou toda esganiçada a Catarina.
      A tia então mandou a Adriana sentar. A Catarina correu e meteu o apagador em cima daqueles números tão bem desenhados, corrigindo com um 35 tão sem graça quanto a sua voz.
          Adriana voltou pro lugar dela e eu nem pude ver se ela estava com a cara muito vermelha. Ela ficou com a cabeça abaixada um tempão. Eu senti que ela estava triste e fiquei muito triste também. Aí, arranquei a beiradinha da última página do meu caderno e escrevi:
         Não liga, Adriana. O 45 que você escreve é tão lindo quanto o seu cabelo.
    Dobrei meu bilhete. Fiz bem depressa uma bolinha com o bilhete dobrado, mirei e joguei. Ela caiu no colo da Adriana.
    Meu coração bateu depressa. Ai, ai, ai, meu coração martelando tantosais no peito. A Adriana foi desamassando o bilhete bem devagar. Ela leu, depois guardou dentro do estojo. Nem olhou pro meu lado. De repente me lembrei de uma coisa terrível: EU NÃO TINHA POSTO O MEU NOME NO PAPEL!
         Nisso, a tia me chamou. Eu só pensava naquela confusão.
         —Tá errado! Tá errado! Deixa eu fazer, tia?
    Eu olhei pro quadro e entendi... 8 x 6 = 36... A tia me mandou sentar. Fui, morrendo de sem graça.
    Cheguei na minha carteira e vi uma bolinha  de papel bem em cima do meu caderno. Quando ninguém estava mais olhando, eu disfarcei e abri:
         Eu também me amarro no seu 36.
         No cantinho do papel estava assinado: Adriana

Coração conta diferente.Lino de Albergaria São Paulo: Scipione, 1992.



1- Analise o texto lido e use V (verdadeiro) ou F (falso):


(      ) O texto é uma narrativa.
(      ) O texto pode ser considerado um poema porque está escrito em versos.
(      ) O autor transcreve as falas das personagens, por meio do discurso direto.
(      ) O narrador é personagem porque participa das ações da história contada.
(      ) O narrador é observador, porque não participa da história contada.

2- Faça a correspondência, de acordo com o texto:

(A) Tiago                    (      )  Tem lindos cabelos pretos.
(B) Renato                 (       )  Narra a história.
(C) Adriana                (       )  Senta-se  próximo ao narrador.
(D) Catarina               (       ) Tem a voz esganiçada.

3- No 2º parágrafo o narrador explica que o “ai” que ele disse não era de dor. De acordo com o texto, o que significa esse “ai”?

4- Como a professora da turma é tratada no texto?
_______________________

5- O narrador ia comparar o brilho dos cabelos de Adriana com o Sol, mas desiste. Retire do texto a frase que indica porque a comparação não era boa.


6- Qual personagem do texto descobre o erro de Adriana e corrige os números no quadro?

___________________________________

7- Adriana descobriu quem tinha escrito o bilhete para ela? Escreva comovocê chegou
a essa conclusão?


8- Enumere as ações de acordo com o texto:
(      ) Tiago escreve um bilhete e o joga  para Adriana.
(      ) Catarina grita que a reposta de Adriana está errada.
(      ) Tiago observa Adriana escrevendo no quadro e suspira.
(      ) Adriana erra a resposta.
(      ) Tiago vai  ao quadro e também erra a resposta.
(      ) Adriana retorna para sua carteira e fica de cabeça baixa.
(      ) Adriana responde Tiago escrevendo um bilhete para ele.

9-      A gíria é uma forma de expressão oral ou escrita, usada por determinados grupos em situação de intimidade. Ela faz parte da linguagem coloquial.
         As gírias devem ser evitadas em situações formais ou cerimoniosas porque nessas ocasiões deve-se utilizar a linguagem padrão que obedece às regras da Língua Portuguesa.

Ø  A partir das informações dadas acima, responda:

a)- Adriana usa uma gíria no bilhete que escreve para Tiago. Que expressão indica essa gíria?
___________________________________

b)- Por que foi possível o uso da linguagem coloquial no bilhete escrito por Adriana?

_____________________________________

c)-   Reescreva o bilhete de Adriana substituindo a gíria por uma expressão da linguagem padrão, sem alterar o sentido da mensagem.



Trabalhando a Gramática
1- Leia a frase abaixo e marque a alternativa correta:
Então, suspirei de novo, mas agora sem falar nada. Esse suspiro saiu como um sopro, que balançou as folhas do meu caderno.

       A palavra destacada é um:
A – pronome oblíquo.
B – pronome pessoal do caso reto.
C – pronome possessivo.
D – pronome demonstrativo.

2- Retire do texto:
a) do 3º parágrafo um pronome pessoal do caso reto: ___________________

b) do 16º parágrafo, um pronome possessivo:______________________

3- Classifique os pronomes destacados na estrofe do poema abaixo:
           O rio passa...
             Não passa sozinho.

              Ele leva consigo

            o que encontrar,

            deslizando depressa 

             em busca do mar...
___________________________

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Fábula - 7ª série

Fábula é uma narrativa figurada, na qual os animais ganham características humanas. Sempre contém um moral por sustentação, constatada no final da história. É um gênero muito versátil, pois permite diversas maneiras de se abordar determinado assunto.

A 4ª atividade da 2ª nota do 1º bimestre dos alunos do 8º ano foi a interpretação da fábula "O Fazendeiro e seus Filhos" de autoria de Esopo. Na verdade, há muita controvérsia sobre a existência deste fabulista pois, segundo os estudiosos, ele nunca escreveu nada do que é atribuído a ele. No entanto, seria de Esopo a oralidade dos relatos transcritos ou "adaptados" por vários escritores em mais de 400 fábulas.

Esopo é o mais conhecido entre os fabulistas, foi sem dúvida um grande sábio que viveu na antiguidade. Sua origem é um mistério cercado de muitas lendas. Mas, pode ter ocorrido por volta do ano 620 A.C. Várias cidades se colocam como seu local de nascimento, e é comum que o tratem como originário de uma cidade chamada Cotiaeum na província da antiga Frígia, Grécia.

Acredita-se que já nasceu escravo, e pertenceu a dois senhores. O Segundo viria a torná-lo livre ao reconhecer sua grande e natural sabedoria. Conta-se que mais tarde ele se tornaria embaixador. Em suas fábulas ou parábolas, ricas em ensinamentos, ele retrata o drama existencial do homem, substituindo os personagens humanos por animais, objetos, ou coisas do reino vegetal e mineral.

O Fazendeiro e seus Filhos
Autor: Esopo

Um rico e já idoso fazendeiro, que sabia não ter mais tantos de anos de vida pela frente, chamou seus filhos à beira da cama e lhes disse:

"Meus filhos, escutem com atenção o que tenho para lhes dizer. Não façam partilha da fazenda que por muitas gerações tem pertencido a nossa família. Em algum lugar dela, no campo, enterrado, há um valioso tesouro escondido. Não sei o ponto exato, mas ele está lá, e com certeza o encontrarão. Se esforcem, e em sua busca, não deixem nenhum ponto daquele vasto terreno intocado."

Dito isso o velho homem morreu, e tão logo ele foi enterrado, seus filhos começaram seu trabalho de busca. Cavaram com vontade e força, revirando cada pedaço de terra da fazenda com suas pás e seus fortes braços. E continuaram por muitos dias, removendo e revirando tudo que encontravam pela frente. E depois de feito todo trabalho, o fizeram outra vez, e mais outra, duas, três vezes.

Nenhum tesouro foi encontrado. Mas, ao final da colheita, quando eles se sentaram para conferir seus ganhos, descobriram que haviam lucrado mais que todos seus vizinhos. Isso ocorreu porque ao revirarem a terra, o terreno se tornara mais fértil, mais favorável ao plantio, e consequentemente, a generosa safra.

Só então eles compreenderam que a fortuna da qual seu pai lhes falara, era a abundante colheita, e que, com seus méritos e esforços haviam encontrado o verdadeiro tesouro.

MORAL DA HISTÓRIA:
O Trabalho diligente é em si um tesouro.

INTERPRETAÇÃO

Após ler atentamente o texto responda as questões a seguir.

1 – Quais são os personagens do texto?
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2 – Qual dos personagens estava gravemente enfermo?
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3 – O que ocorre quando um dos personagens morre?
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4 – Seus herdeiros tinham um grau de parentesco com ele; Qual?
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5 – Os herdeiros ganham então uma grande fortuna em ouro após isso?
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6 – O que aconteceu, o que fizeram com a propriedade, que foi deixada para eles?
_____________________________________________

7 – Afinal de contas, existia mesmo um tesouro? Se existia, de que era constituído esse tesouro?
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8 – O texto é considerado uma fábula (ver rodapé). Em sua opinião qual a importância deste tipo de texto na vida do ser humano. Traz algum ensinamento? Você já aprendeu alguma coisa com os seus erros ou acertos? Comente.
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9 – Você é capaz de explicar, com suas palavras, o significado da Moral da Fábula?
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10 – Redija um texto de 10 linhas com algum fato da sua vida ou de alguém que você conhece que poderia ser considerado uma fábula. (Você poder criar – “inventar”).
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Textos e interpretações para 6º ano


NTERPRETAÇÃO DE TEXTO

1)      LEIA O TEXTO ABAIXO:

A MENINA QUE FEZ A AMÈRICA

         Eu vou morrer um dia, porque tudo que nasce também morre: bicho, planta, mulher, homem. Mas histórias podem durar depois de nós. Basta que sejam postas em folhas de papel e que suas letras mortas sejam ressuscitadas por olhos que saibam ler. Por isso, aqui está para vocês o papel da minha história: uma vida-menina para as meninas-dos-seus-olhos.
         Vou contar…
         Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, ao sul da Itália. E onde fica a Itália?… É só olhar um mapa da Europa e procurar uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no Mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no Mar Adriático.
         É lá.
         Lá, nessa terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do florescer da primavera. Saracema: este era o nome do lugar pequenino onde eu nasci. Eu disse “era”, embora o lugar ainda existia e tenha crescido, como eu também cresci. Mas, como nunca mais voltei para lá, acho que não pode se mais o mesmo que conheci e onde vivi até os dez anos de idade. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do risco das crianças e do lamento dos sinais das igrejas. Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
         Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Dizem que ele ficou muito feliz quando eu e meu irmãozinho Caetano nascemos. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella.

(Laurito, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. São Paulo, FTD)


2)      Quando e onde a menina nasceu?
3)      Até que idade ele viveu em Saracena?
4)      Como a menina se chamava? Como a menina era chamada quando pequena?
5)      Quem era Caetano e Domenico?
6)      De que modo Fortunata conhecia seu pai?
7)      Você acha que a menina teve uma infância feliz? Por quê?
8)      Se você tivesse de dar outro título ao texto, qual seria? Por quê? 




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Dona Joaninha:
Olá, eu sou a Dona Joaninha, tenho seis patinhas que me levam  por aí.
Na minha cabeça tenho duas antenas para sentir o cheiro e gosto das coisas. 
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Minha comida preferida são outros insetos, alguns destes insetos que servem para me alimentar fazem mal às plantas.
Por isso muitos agricultores, aquelas pessoas que plantam e colhem, acham que eu sou benéfica, pois eu ajudo a diminuir o número de pragas e as plantinhas crescem felizes e dão muitos frutos.
Eu posso viver até cento e oitenta dias, cerca de seis meses, mas não sei se vou viver tanto assim, é que tem muito agricultor e até mesmo nas casas daspessoas, que passam veneno nas plantas, os chamados agrotóxicos, para matar os insetos que prejudicam as plantas e eu, que não faço mal a ninguém, acabo morrendo também.
Eu acho que não deveriam usar tanto veneno assim, eu e muitos outros insetos amigos meus, ajudam a acabar com várias pragas.
Os agricultores podiam nos contratar para acabar  com os inimigos das plantas, ia ser melhor para todo mundo, inclusive para o próprio ser humano,  já que não ia ter veneno na comida que ele come. 
Mas já que isso nem sempre acontece, é bom lavar muito bem todas as verduras antes de comer, isso para ninguém correr o risco de ficar doente ou intoxicado.

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Proibida Reprodução






Responda as Perguntas Abaixo: 

É só ler a frase e escrever a resposta na caixinha que tem em baixo de cada pergunta. Cada resposta é composta de apenas uma palavra.
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1) Qual é o nome do inseto descrito no texto?
.
2) Quantas patas a joaninha tem?
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3) Onde ficam as antenas da joaninha?
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4) Qual é a comida preferida da joaninha?
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5) Até quantos meses a joaninha pode viver?
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6) Como são chamados os venenos que os agricultores passam nas plantas?
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7) Para diminuir os riscos de alguém ficar doente, o que é necessário fazer com as verduras antes de comer?








Leitura e Interpretação de Texto: Atividade de Português.
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Dona Borboleta:
Olá, eu sou a Dona Borboleta, possuo duas antenas e também duas asas.
Meu tempo de vida é mais ou menos de duas semanas.
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O que eu mais gosto de fazer é voar sem rumo, procurando néctar para me alimentar.
O néctar que é o alimento que eu mais gosto existe nas flores, é por isso que eu fico sempre voando e procurando uma flor cheia de comida para eu encher minha barriguinha.
Nestas minhas viagens constantes em busca de alimento, eu ajudo as plantinhas a se reproduzirem, cada vez que eu pouso em uma flor, um pozinho bem fininho gruda no meu corpo, e quando eu vou para a outra flor eu levo esse pozinho comigo, deixando ele lá, esse pozinho é chamado de pólen e isso que eu faço é chamado de polinização.
Existem outros bichinhos que também fazem isso, como as abelhas, os pássaros e até o vento pode levar o pólen de uma planta para outra.
Não sei como as plantas iriam se virar sem nós, mas na natureza tem solução para tudo. Pena que o ser humano não ajuda muito, destrói as florestas que é a minha casa e de milhares de outras espécies, enche o ar de fumaça, joga esgoto nos rios e faz outras coisas ruins, prejudicando todos nós.
Imagine só, tem ser humano que me caça, espeta alfinetes em meu corpo e faz quadros para pendurar na parede e acha lindo, queria ver se espetassem o corpo deles, o que eles iriam dizer. 
A melhor forma de me admirar e a todas as criaturas da natureza é tirando uma fotografia, hoje em dia até celular tira foto. Por que então machucar outro ser vivo? 

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Proibida Reprodução

Responda as Perguntas Abaixo: 

É só ler a frase e escrever a resposta na caixinha que tem em baixo de cada pergunta. Cada resposta é composta de apenas uma palavra.
.
1) Qual é o nome do inseto descrito no texto?
.
2) Quantas antenas a borboleta tem?
.
3) O que a borboleta gosta de fazer sem rumo?
.
4) Qual é a comida preferida da borboleta?
.
5) Até quantas semanas uma borboleta pode viver?
.
6) Como é chamado o processo de transferência de pólen de uma flor para outra?
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7) Qual é o equipamento tecnológico mencionado no texto que também tira fotos?






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Família de Gatos:
Nós somos os três irmãos gatinhos,  nossa mãe gata teve oito filhotes na mesma ninhada.
Somente nós ficamos juntos, os outros cinco foram doados.
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Gostamos muito de brincar, um dia pulamos corda, outro dia brincamos de bola e as vezes fazemos longos passeios pela vizinhança. 
Em um destes passeios quase nos metemos em uma tremenda encrenca, meu irmão, o de camisa azul, propôs a nós dois que saíssemos para explorar o outro lado da rua, nunca havíamos ido até lá, nossos passeios se limitavam ao nosso lado da rua, duas casas para a direita e três casas para a esquerda de onde morávamos.
Relutei em aceitar, fizemos uma votação, o placar foi de dois a um, perdi e tive de aceitar a decisão do grupo. 
Eram mais ou menos três horas da tarde quando nossa aventura começou, saímos de casa e paramos no meio fio, olhamos para um lado e para outro, tinha poucos carros na rua, atravessamos sem problemas
Do outro lado havia uma uma grande casa pintada de verde, entramos pelo vão do portão e contornamos a construção, fomos parar em um grande e bonito jardim que ficava atrás da casa, lá existiam muitos brinquedos espalhados pelo chão, estes brinquedos certamente eram das crianças da casa,  que não estavam ali por causa do calor do meio da tarde.
Olhamos um para o outro e não hesitamos, brincamos com a bola vermelha, com a gangorra amarela e com o trenzinho de seis vagões.
Nem percebemos e a noite chegou, foi quando decidimos voltar para casa, retornamos pelo mesmo caminho, paramos novamente no meio fio e não acreditamos no que víamos, eram carros e mais carros que passavam e não paravam, aquilo não tinha fim. 
Neste dia fizemos uma descoberta, é no inicio da noite que as pessoas voltam para casa do trabalho e isto faz o número de automóveis na rua aumentar, tivemos de esperar mais de duas horas para conseguir atravessar a rua. Chegamos em casa depois das nove horas da noite.
Ainda bem que as pessoas que dirigem carros dormem, imagine só se não parasse de passar carros, talvez a gente estivesse lá até hoje.

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Responda as Perguntas Abaixo: 

É só ler a frase e escrever a resposta na caixinha que tem em baixo de cada pergunta. Cada resposta é composta de apenas uma palavra.
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1) Quantos gatinhos nasceram na mesma ninhada dos três irmãos gatos?
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2) Quantos gatos foram doados?
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3) A que horas os irmãos gatos saíram para a aventura no outro lado da rua?
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4) O que existia atrás da casa verde e era grande e bonito?
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5) Que cor era a bola com que eles brincaram?
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6) Dos brinquedos citados no texto, qual era amarelo?
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7) Segundo o texto, de onde as pessoas voltam para casa no inicio da noite?






Caracol:
Oi, eu sou o caracol, esta concha que eu carrego nas costas é na verdade meu esqueleto.
Eu sou bem vagaroso, consigo caminhar só cinco metros por hora. 
.
Eu sou herbívoro, ou seja, como só vegetais, gosto muito de verduras como a alface, couve e frutas macias, como a banana, maçã e melancia, gosto muito de comer.
Quando estou caminhando deixo uma listinha brilhante, este caminho viscoso que fica por onde eu passo serve para lubrificar o chão e ajudar no meu deslocamento.
Eu não tenho audição, utilizo o tato e o olfato para me orientar e conseguir minha comida. 
Significado de Algumas Palavras Deste Texto:
- Audição:   Ato de ouvir ou escutar, percepção dos sons pelo ouvido.
- Tato: Sentido por meio do qual se conhece ou percebe, usando o corpo, a forma, consistência, peso, temperatura, aspereza etc. de outro corpo ou de alguma coisa. 
- Olfato: Sentido com que se distinguem os odores; cheiro, faro.
- Viscoso: Que tem ou secreta visco, seiva. Possuí uma consistência gelatinosa. 

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Responda as Perguntas Abaixo: 

É só ler a frase e escrever a resposta na caixinha que tem em baixo de cada pergunta. Cada resposta é composta de apenas uma palavra.
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1) Qual é  nome do animalzinho descrito no texto?
.
2) O que é na verdade a concha que o caracol carrega nas suas costas?
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3) O que come um animal herbívoro?
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4) Que palavra representa a seguinte definição: 
"Ato de ouvir ou escutar, percepção dos sons pelo ouvido".
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5) Que palavra representa a seguinte definição: 
"Sentido por meio do qual se conhece ou percebe, usando o corpo, a forma, consistência, peso, temperatura, aspereza etc. de outro corpo ou de alguma coisa".
.
6) Que palavra representa a seguinte definição: 
"Sentido com que se distinguem os odores; cheiro, faro".
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7) Que palavra representa a seguinte definição: 
"Que tem ou secreta visco, seiva. Uma uma consistência glutinosa; gelatinoso, xaroposo". 

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Leitura Interpretativa

O gato vaidoso

Moravam na mesma casa dois gatos iguaizinhos no pelo, mas desiguais na sorte. Um, mimado pela dona, dormia em almofadões.
Outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo. O outro por feliz se dava com as espinhas de peixe do lixo.
Certa vez cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo, dizendo:
___Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo...
___ Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho.
___Sou nobre! Sou mais que tu!
___Em quê? Não mias como eu?
___ Mio.
___Não tens rabo como eu?
___Tenho.
___Não caças ratos como eu?
___ Caço.
___ Não comes rato como eu?
___Como.
___Logo, não passas de um simples gato igual a mim. Abaixa, pois, a crista desse orgulho idiota e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens ___ o que tens é apenas um bocado mais de sorte ...

2ª Questão:

1) De acordo com texto assinale a alternativa correta:

a) Os gatos eram desiguais :

( ) no pelo ( ) na sorte ( ) na linhagem

b) O gato vaidoso era muito :

( ) orgulhoso ( ) humilde ( ) amigo

c) O gato orgulhoso se alimentava de:

( ) espinhas de peixe ( ) restos de lixo ( ) leite

3ª Questão

Destaque do texto o trecho em o gato vaidoso desdenha do outro gato.

_________________________________________________

_________________________________________________

4ª Questão:

Escreva (V) para verdadeiro e (F) para falso :

( ) Os gatos têm o mesmo pelo, são iguaizinhos, porque são irmãos.

( ) apesar de viverem em condições diferentes, os gatos tinham as mesmas atitudes, como por
exemplo caças ratos.

( ) Os gatos se encontraram no telhado da casa.

( ) Um gato tinha mais nobreza do que o outro apesar de serem iguais.

5ª Questão

Na sua opinião, a atitude do gato vaidoso está correta? Justifique.

______________________________________________________

______________________________________________________

6ª Questão

" O gato vaidoso passava a leite."

Destaque do trecho, as duas palavras com ditongo.

________________________________________________________

7ª Questão

Destaque as palavras com dígrafos :

" Certa vez cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo..."

( ______________) (_______________) (_______________)

8ª Questão

"Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmoninho."

As palavras acima destacada, de acordo com a classificação quanto ao número de sílabas, são todas:

( )monossílabas ( ) dissílabas ( ) trissílabas

9ª Questão
"
___Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que ésgato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo..."

Quanto a posição da sílaba tonica, as palavras destacada são:

( ) oxítonas ( ) proparoxítonas ( ) paroxítona

10ª Questão

Retire do texto uma frase:

exclamativa ________________________________

interrogativa _______________________________

11ª Questão

"O gato Chamego vivia confortavelmente, enquanto o gato Chimango, vivia solitário pelos telhados da vida."

Retire da frase dois substantivos próprios e dois substantivos comuns.

Substantivos próprios
Substantivos comuns

12ª Questão

Complete as frases com o femino das palavras entre parênteses.

a) A ___________________mordeu o carteiro. ( cão)

b) Aquela ________________ estava na festa. (homem)

c) A _________________ está no zoológico. (leão)

13ª Questão

Complete com x ou ch

capa.........o ...............icote

abaca......i pei.............e

en......uto ..............apéu

en...........ada ...............erife

14ª Questão

Complete com u ou l :

ane............. ca..........le

azu........... o...........vido

a..........mento aço........gue

15ª Questão

Complete com h onde for necessário

............orrível
............ambúrguer
...........orário
...........abilidade
..........umilhado
.........olhar